INCLUSÃO DE ALUNOS SURDOS ATRAVÉS DO USO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Elaine Helena Nascimento dos Santos

Resumo


A inclusão do aluno surdo utilizando as tecnologias digitais é um processo que ainda enfrenta desafios de aceitação e utilização na mediação e estratégia pedagógica. Todavia, já é possível afirmar que a tecnologia digital está inserida no contexto da vida dos estudantes e, em certa medida, contribui com a inclusão. Dessa forma, o objetivo dessa pesquisa foi analisar as contribuições da inclusão das tecnologias digitais no processo de ensino de alunos surdos buscando como objetivos específicos discutir a mediação e estratégia pedagógica no processo de inclusão do estudante surdo, identificar a contribuição das tecnologias digitais utilizadas no processo de ensino e verificar as estratégias pedagógicas utilizadas a partir da tecnologia assistiva. A coleta de dados foi feita através do uso de questionários semi-estruturados aplicado a professores e observações com estudantes surdos da educação de jovens e adultos de duas escolas públicas do estado de Pernambuco. A análise dos dados aponta que as contribuições da inclusão das tecnologias digitais no processo de ensino de alunos surdos, embora com restrições estruturais, é significativa, principalmente no tocante ao uso das mesmas enquanto ferramentas pedagógicas facilitadoras na construção de estratégias de ensino, contribuindo na aprendizagem dos alunos.


Palavras-chave


Surdo; Inclusão; Assistiva; Tecnologia; Mediação

Texto completo:

PDF

Referências


BERSCH, Rita. Introdução à tecnologia assistiva. Porto Alegre, 2013. Disponível em: Acesso em: 20 set. 2015.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Senado Federal, 1988.

FILHO, Teófilo Alves Galvão. Tecnologia Assistiva para uma Escola Inclusiva: Apropriação, Demandas e Perspectivas. Bahia, 2009. Disponível em: Acesso em: 20 set. 2015.

FILHO, Teófilo Alves Galvão. Tecnologia assistiva: favorecendo o desenvolvimento e a aprendizagem em contextos educacionais inclusivos. Bahia, 2014. Disponível em: Acesso em: 20 set. 2015.

GARCIA, Marta Fernandes et al. Novas competências docentes frente às tecnologias digitais interativas. Rev. Teoria e Prática da Educação, v. 14, n. 1, p. 79-87, jan./abr. 2011. Disponível em . Acesso em: 14 nov. 2015.

GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. - São Paulo: Atlas, 2002.

GIROTO, Claudia Regina Mosca. POKER, Rosimar Bortolini. OMOTE, Sadao. As tecnologias nas práticas pedagógicas inclusivas. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012.

MARCONI, Maria de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia cientifica. 5ª Ed. São Paulo: Atlas, 2003

MARCONI, Maria de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho cientifico. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 1992.

MIRANDA, Theresinha Guimarães; FILHO, Teófilo Alves Galvão (org.). O professor e a educação inclusiva: formação, práticas e lugares. Salvador: EDUFBA, 2012.

MOURA, Matheus. Hand Talk, o aplicativo que traduz Português para Língua de sinais (LIBRAS). Disponível em . Acesso em: 01 dez. 2015.

SOUZA, Robson Pequeno de; MOITA, Filomena M. C. da S. C. ; CARVALHO, Ana Beatriz Gomes (org.). Tecnologias digitais na educação. Campina Grande: EDUEPB, 2011.

VAZ, Vagner Machado. O Uso da Tecnologia na Educação do Surdo na Escola Regular. São Paulo, 2012. Disponível em: Acesso em: 21 set. 2015.

VIEIRA, Maristela C. et al. Análise de expressões não-manuais em avatares tradutores de Língua Portuguesa para Libras. Porto Alegre, 2014. Disponível em: Acesso em: 20 set. 2015

WERNECK, Claudia. Manual sobre Desenvolvimento Inclusivo para Mídia e Profissionais de Comunicação. Rio de Janeiro: WVA Editora, 2005. Disponível em: Acesso em: 20 out. 2015.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Direitos autorais 2018 Elaine Helena Nascimento dos Santos

Licença Creative Commons