Journal of Environmental Analysis and Progress http://ead.codai.ufrpe.br/index.php/JEAP <p>The Journal of Environmental Analysis and Progress-JEAP (J. Env. Anal. Progr.) is a free interdisciplinary quarterly magazine of the Biology Department of the Universidade Federal Rural de Pernambuco (Brazil). It is an open-access journal, and all articles are available on the internet to all users immediately upon publication. JEAP publishes original papers, in Portuguese or English, in all areas related to the environment, including vegetation, interaction plant-animal, pharmacobotany, ethnobotany, ecology, biotechnology, remote sensing, climatology, aquatic biota, and anthropogenic influence, reflecting results of analysis and progress relevant to academic and scientific areas. The main themes are Ecological Applications, Applied Technology, Economic Botany (including Pharmacobotany and Ethnobotany), Society and Nature, and Environmental Geotechnology.</p> <p><strong>ISSN:</strong> 2525-815X</p> <p><strong>Editor-In-Chief:</strong> Prof. Dr. Rejane Magalhães de Mendonça Pimentel</p> <p><strong>Assistant Editor-In-Chief:</strong> Prof. Dr. Gilberto Dias Alves</p> <p><strong>Contact:</strong> <a href="mailto:andrefelipeufrpe@outlook.com">jeap@ufrpe.br</a></p> <p> </p> <p>O Journal of Environmental Analysis and Progress-JEAP é uma revista gratuita quadrimestral interdisciplinar do Departamento de Biologia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (Brasil). É uma revista de acesso aberto, e todos os artigos estão disponíveis na internet para todos os usuários imediatamente após a publicação. JEAP publica artigos originais, em Português e Inglês, em todas as áreas relacionadas com o ambiente, incluindo vegetação, interação planta-animal, farmacobotânica, etnobotânica, ecologia, biotecnologia, sensoriamento remoto, climatologia, biota aquática, e influência antrópica, refletindo os resultados da análise e do progresso relevantes para áreas acadêmicas e científicas. Os principais temas são: Ecological Applications, Applied Technology, Economic Botany (incluindo Pharmacobotany e Ethnobotany), Society and Nature e Environmental Geotechnology.</p> <p><strong> Editor-Chefe:</strong> Profa. Dra. Rejane Magalhães de Mendonça Pimentel</p> <p><strong>Editor Chefe Assistente:</strong> Prof. Dr. Gilberto Dias Alves</p> <p><strong>Contato:</strong> <a href="mailto:andrefelipeufrpe@outlook.com">jeap@ufrpe.br</a></p> Editora Universitária da UFRPE pt-BR Journal of Environmental Analysis and Progress 2525-815X <p>Material protegido por direitos autorais e plágio. No caso de material com direitos autorais ser reproduzido no manuscrito, a atribuição integral deve ser informada no texto; um documento comprobatório de autorização deve ser enviado para a Comissão Editorial como documento suplementar. É da responsabilidade dos autores, não do JEAP ou dos editores ou revisores, informar, no artigo, a autoria de textos, dados, figuras, imagens e/ou mapas publicados anteriormente em outro lugar. Se existir alguma suspeita sobre a originalidade do material, a Comissão Editorial pode verificar o manuscrito por plágio. Nos casos em que trechos já publicados em outro documento for confirmado, o manuscrito será devolvido sem revisão adicional e sem a possibilidade de nova submissão. Auto-plágio (ou seja, o uso de frases idênticas de documentos publicados anteriormente pelo mesmo autor) também não é aceitável.</p><p><span>Direitos autorais: Autor</span></p><p>Material protected by copyright and plagiarism rights. In the case of copyrighted material be reproduced in manuscript, full attribution should be informed in the text; an authorization document is proving to be sent to the Editorial Board as a supplementary document. It is the responsibility of the authors, not JEAP or editors or reviewers, inform, in the article, the authors of texts, data, graphics, images and maps previously published elsewhere. If there is any suspicion about the originality of the material, the Editorial Board can check the manuscript for plagiarism. Where plagiarism is confirmed, the document will be returned without further review and the possibility of new submission. Self-plagiarism (i.e., the use of the same phrases previously published documents by any of the authors) is not acceptable.</p><p>Copyright: Author</p> Edge effect on vascular epiphytes in a subtropical Atlantic Forest fragment http://ead.codai.ufrpe.br/index.php/JEAP/article/view/4931 <p>The Atlantic Forest is a hotspot for epiphyte richness; however, it is experiencing one of the highest rates of degradation, exposing epiphytes to edge effects. This study aimed to evaluate the floristic composition and richness of vascular epiphytes and their relationship with phorophyte features and microenvironmental variables at the edge and in the interior of a subtropical Atlantic Forest fragment in Brazil. Twenty-five trees were analyzed, respectively, at the edge and in the interior of the fragment, totaling fifty individuals. The height and diameter of phorophytes, temperature, relative air humidity, photosynthetically active radiation, and canopy opening were measured. A total of 41 epiphytic species were recorded, 40 occurring in the interior and 23 at the edge. Orchidaceae, Bromeliaceae, and Polypodiaceae were the richest families, representing 75% of all species. The average number of species per tree in the interior was twice that for the edge. <em>Pleopeltis pleopeltifolia</em>, <em>Microgramma squamulosa</em>, <em>M. vacciniifolia,</em> and <em>Rhipsalis teres</em> concentrated great biomass in both environments, with twice as much in the interior. Epiphyte richness and biomass were lower on thinner trees with more open canopies at the edge. Our results indicate that the forest interior is more beneficial for epiphytes, which are sensitive to the edge effect. The contrast between the epiphytic communities of the edge and the interior reveals the need to increase the richness and abundance of native trees and prevent cattle grazing, the planting of exotic species, and more human settlements in the habitat matrix.</p> Ana Paula Utzig Lippert Vinícius Leão Silva Ivanete Teresinha Mallmann Andressa Müller Annette Droste Jairo Lizandro Schmitt Copyright (c) 2022 Ana Paula Utzig Lippert, Vinícius Leão Silva, Ivanete Teresinha Mallmann, Andressa Müller, Annette Droste, Jairo Lizandro Schmitt http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2022-08-03 2022-08-03 7 3 135 149 10.24221/jeap.7.3.2022.4931.135-149 Germinação e desenvolvimento inicial de rosa do deserto em diferentes substratos http://ead.codai.ufrpe.br/index.php/JEAP/article/view/4307 <p>A rosa do deserto, foi trazida para o Brasil, causando grande impacto entre os viveiristas e colecionadores por conta de suas belíssimas flores. Todavia, as taxas de mortalidade principalmente nas fases iniciais têm causado preocupação. O estudo avaliou o substrato que proporciona melhores taxas de germinação. O experimento foi conduzido na chácara Alto Alegre, em casa de vegetação com sombrite a 50% no período de maio a setembro de 2019. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com 5 tratamentos e 10 repetições, sendo 3 tratamentos puros e 2 provenientes de misturas: T1 – 100% de casca de pinus; T2 – 100% de casca de amendoim triturada; T3 – 50% de fibra da casca de coco da praia + 50 % caule decomposto de babaçu; T4 – 100% de fibra da casca de coco da praia; T5 – 50% de casca de arroz carbonizada + 30% de casca de ovo triturada + 20% de borra de café. As análises foram divididas em 2 etapas, na primeira avaliou-se o tempo médio de germinação (TMG), índice de velocidade de emergência (IVE), e porcentagem de germinação (G) nesta primeira etapa as plantas receberam irrigação duas vezes ao dia e não receberam adubação. Na segunda etapa foi avaliado altura de plantas (AP), número de folhas (NF) e diâmetro de caule (DC), os dados foram submetidos a análise de variância pelo teste Tukey (p ? 5%). A mistura de 50% de fibra de casca de coco da praia + 50% de caule decomposto de babaçu apresentaram os melhores resultados.</p> Aurilene Barros da Silva Jossimara Ferreira Damascena Elton Ferreira Lima Juliana Andrade Pereira Cristiane Matos da Silva Wilson Araújo da Silva Copyright (c) 2022 Aurilene Barros da Silva, Jossimara Ferreira Damascena, Elton Ferreira Lima, Juliana Andrade Pereira, Cristiane Matos da Silva, Wilson Araújo da Silva http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2022-07-06 2022-07-06 7 3 127 134 10.24221/jeap.7.3.2022.4307.127-134 Sucessão ecológica de Myxomycetes em troncos mortos caídos em fragmento de Floresta Atlântica http://ead.codai.ufrpe.br/index.php/JEAP/article/view/3784 <p>Os Myxomycetes são organismos de ampla distribuição nos ecossistemas terrestres. Seus habitats consistem em restos orgânicos vegetais, fungos, liquens e outros microrganismos, podem ser encontrados no manguezal, em córtex de árvores, nos húmus das florestas, na neve e em fezes de herbívoros, dentre outros substratos. Comumente encontrados em madeira em decomposição, são predadores de hifas e bactérias. Estudos sobre seu ciclo de vida nos ecossistemas são escassos. Visando contribuir para o conhecimento ecológico da Classe, o objetivo deste estudo é determinar a sucessão ecológica de Myxomycetes lignícolas em fragmento de Floresta Atlântica. Onze excursões foram realizadas no Parque Ecológico Estadual de Dois Irmãos, Recife – Pernambuco, Brasil, para coletar corpos de frutificação em dez troncos caídos. Foram usadas as técnicas de coleta e condicionamento, e determinação de valor de importância relativa (VIR) descritas em literatura específica. Foi adaptada a técnica de determinação de níveis de decomposição dos troncos. Verificou-se que os fatores abióticos e bióticos influenciam na disposição dos corpos frutíferos nas faces dos troncos. A luminosidade e umidade são determinantes ao completo ciclo vital destes organismos, enquanto a presença de fungos, liquens e briófitas foi indicadora de ambiente favorável aos Myxomycetes. A sucessão ecológica dos Myxomycetes se inicia com a Stemonitaceae, seguido pelo gênero <em>Physarum</em>, representante da Physaraceae, logo após encontram-se as famílias Ceratiomyxaceae e <em>Reticulariaceae</em>, que correspondem a sere clímax.</p> Heber Santos da Cunha Copyright (c) 2022 Heber Santos Cunha http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2022-08-07 2022-08-07 7 3 150 158 10.24221/jeap.7.3.2022.3784.150-158