ESTUDO DE RELEVO E POTENCIAL DE USO DO SOLO NO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO - PERNAMBUCO

Autores

  • Mário Melquiades Silva dos Anjos Universidade Federal Rural de Pernambuco http://orcid.org/0000-0002-5577-173X
  • Sandrine Maria da Silva Autarquia de Ensino Superior de Garanhuns - AESGA
  • Anderson Santos da Silva Universidade Federal do Agreste de Pernambuco https://orcid.org/0000-0002-2229-501X
  • Pâmela Rodrigues Azevedo Universidade Federal do Agreste de Pernambuco
  • Alan Cézar Bezerra Universidade Federal Rural de Pernambuco https://orcid.org/0000-0002-9986-9464

DOI:

https://doi.org/10.52719/bjas.v3i1.4004

Palavras-chave:

Declividade, QGIS, Software livre, Topografia

Resumo

O objetivo do trabalho atual é demonstrar graficamente o potencial de uso do solo no município de São João – Pernambuco, um dos maiores produtores de mandioca e maior produtor de feijão do estado, sendo de grande importância econômica, em função de sua capacidade de desenvolvimento agrícola a partir de suas características de topografia, solo e clima. Utilizando um software livre de elaboração de mapas, o QGIS, trabalhou-se os dados de imagens de satélite SRTM, com o fim de descrever o perfil topográfico da região. A partir da análise de declividade do município, qual se demonstrou em sua maior extensão ser Suave Ondulado (3-8% de declividade) com 10.666,86 ha e Ondulado (8-20% de declividade) com 9.566 ha, observou-se que as áreas com essa classificação possui elevado potencial produtivo para essas culturas correlacionando com as informações de solo (predominantemente Latossolos e Neossolos Regolíticos) e clima (Tropical chuvoso com verão seco).

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

Andrade, C.L.T, & Brito, R. A. L. (2006). Métodos de irrigação e quimigação. Brasília, DF: Embrapa Milho e Sorgo - Circular Técnica. https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/CNPMS/19630/1/Circ_86.pdf

Barbieri, A., Gramacho dos Santos, H., Oliveira, I. E. A, & Gomes, M. F. (2012). Elaboração de mapas temáticos no Quantum GIS. Brasília,DF: Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária.

http://www.incra.gov.br/pt/media/servicos/publicacao/manuais_e_procedimentos/Apostila_QGIS_INCRA_5a_versao.pdf

Bergamo, E. P., & Almeida, J. A. P. (2006, setembro). A importância da geomorfologia para o planejamento ambiental: Um estudo do município de Fartura/SP. Anais do Simpósio Nacional de Geomorfologia, International Association of Geomorphologists – IAG, Goiânia, GO, Brasil, 6.

Bertol, I., Amaral, A. J., Vázquez, E. V., González, A. P., Barbosa, F. T., & Brignoni, L. F. (2006). Relações da rugosidade superficial do solo com o volume de chuva e com a estabilidade de agregados em água. Revista Brasileira de Ciência do Solo, 3(3), 543-553.

Bossle, R. C. (2015). QGIS e geoprocessamento na prática (1a ed.). São José dos Pinhais: Íthala.

Brito, J. L. S., Lima, S. D. C., Shiki, S., & Moreira, M. R. (1998). Uso do Geoprocessamento na estimativa da perda de solos por erosão laminar em Irai de Minas–MG. Anais Simpósio Brasileiro De Sensoriamento Remoto (SBSR), Santos, SP, Brasil, 9.

Morisson, V. M., & Rossetti, F. D. (2012). Topodata: Brazilian full coverage refinement of SRTM data. Applied Geography, 32(2), 300-309.

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. (1979). Serviço nacional de levantamento e conservação de solos. Manual de métodos de análise de solo. Rio de Janeiro.

Gomes, D. D. M., Lima, D. R. M., Veríssimo, C. U. V., & Duarte, C. R. (2016). Mapeamento e caracterização dos sistemas ambientais da bacia hidrográfica do Rio Mundaú-PE/AL. Caderno de Geografia, 26(2), 272-299.

Höfig, P., & Araujo-Junior, C. F. (2015). Classes de declividade do terreno e potencial para mecanização no Estado do Paraná. Coffee Science, 10(2), 195 - 203.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2016). Cidades. http://cidades.ibge.gov.br/painel/painel.php?codmun=261320.

Malinovski, R. A., Malinovski, R. A., & Malinovski, J. R. (2006, mai./ago). Análise das variáveis de influência na produtividade das máquinas de colheita de madeira em função das características físicas do terreno, do povoamento e planejamento operacional florestal. Curitiba, PR. Revista Floresta, 36(2), 169-182.

Minella, J. P. G., & Merten, G. H. (2012). Índices topográficos aplicados à modelagem agrícola e ambiental. Ciência Rural, 42(9), 1575-1582.

QGIS Development Team (2020). QGIS Geographic Information System. Open Source Geospatial Foundation. http://qgis.osgeo.org.

Riley, S. J., Gloria, S. D. de, & Elliot, R. (1999). Index that quantifies topographic heterogeneity. Intermountain Journal of sciences, 5(1-4), 23-27.

Silveira, G. R. P., Campos, S., Gonçalves, A. K., Barros, Z. X., & Pollo, R. A. (2015). Geoprocessamento aplicado na espacialização da capacidade de uso do solo em uma área de importância agrícola. Energia na Agricultura, 30(4), 363-371.

Silva, F., Silva, M., Barros, A., Santos, J., Silva, A., Cavalcanti, A., ... & Souza Neto, N. C. (2001). Zoneamento agroecológico de Pernambuco - Zape. Recife: Embrapa Solos-Unidade de Execução de Pesquisa e Desenvolvimento (UEP).

Downloads

Publicado

2021-08-22

Como Citar

Silva dos Anjos, M. M., Maria da Silva, S., Santos da Silva, A., Rodrigues Azevedo, P., & Cézar Bezerra, A. (2021). ESTUDO DE RELEVO E POTENCIAL DE USO DO SOLO NO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO - PERNAMBUCO. Brazilian Journal of Agroecology and Sustainability, 3(1). https://doi.org/10.52719/bjas.v3i1.4004

Edição

Seção

Artigos